Universidade Federal do Amazonas

Universidade Federal do Amazonas

Segunda 26 Junho 2017

Notícias

Processo Seletivo de Educação a Distância 2017 oferta 1.004 vagas

Processo Seletivo de Educação a Distância 2017 oferta 1.004 vagas

A isenção da taxa de inscrição, pelo site da Compec, pode ser solicitada nos dias 1º e 2 de junho. As inscrições...

Prorrogado o prazo para inscrição de trabalhos no ESUD 2016

Prorrogado o prazo para inscrição de trabalhos no ESUD 2016

O XIII Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância e II Congresso Internacional de Educação Superior a Distância serão realizados na cidade...

Novo número da Revista de Educação a Distância EmRede está no ar

Novo número da Revista de Educação a Distância EmRede está no ar

A Revista de Educação a Distância - EmRede - é uma publicação oficial da Associação Universidade em Rede – UniRede, criada com...

Evento discute estratégias de comunicação para a Educação a Distância

Evento discute estratégias de comunicação para a Educação a Distância

Começou na tarde desta segunda-feira, 23, na UFRGS o II PromovEaD: estratégias de comunicação para a Educação a Distância. O evento reúne...

Informações do Município

Aspectos Históricos

A ambição territorial da Espanha no Amazonas, nos tempos coloniais, encontrou no jesuíta Samuel Fritz um dos seus mais destacados defensores.
No fim do século XVII, várias aldeias foram fundadas por aquele religioso, Tefé foi uma dessas aldeias.
Fritz estava realmente convencido de que aquela região pertencia à Espanha. A Portugal, todavia, pouco importava essa convicção: o território era seu e como tal cumpria-lhe preservá-lo do domínio espanhol, que se implantava simultaneamente com a obra catequista dos missionários castelhanos.
Em 1708, o governador do Grão-Pará, enviou uma tropa sob o comando do capitão Inácio Correia de Oliveira, para fazer evacuar ditas aldeias, das quais era responsável o padre João Batista Sana, o qual simulando obediência à ordem de retirar-se seguiu para Quito onde obteve uma força armada com que desceu o Maranhão e o Solimões, e investiu contra as aldeias, aprisionando o comandante e muitos soldados da tropa inimiga.
Resolveu então o Governador do Grão-Pará enviar no ano seguinte nova expedição ao Solimões sob o comando do Sargento José Antunes da Fonseca. Coube dessa feita, a vitória às forças portuguesas. que aprisionaram entre outros o padre Sana.
Em 1718, essas lutas trouxeram a devastação das aldeias, cujos remanescentes, o piedoso frei André da Costa, reuniu na Ilha dos Veados e trouxe para Tefé.
Habitavam primitivamente a região, os índios: Nuruaques, Cauixanas, Jumanas, Passés, Uainumas, Catuquinas, Jamamadis, Pamanas, Júris e Jurimaguas, Tupebas ou Tapibás.
Em 1759, Tefé foi elevada à vila, com a denominação de Ega. No mesmo ano cria-se o município de Tefé.
Em 1817, foi criado o município de Olivença, com território desmembrado de Tefé.
Em 1833, foi suprimido o município de Olivença, cujo território retornou ao de Tefé. E no mesmo ano dando cumprimento ao Código de Processo a Vila voltou a denominar-se Tefé. Nessa divisão, a comarca do Alto Amazonas, que compreendia o território do atual estado, compunha-se apenas de quatro municípios. Tefé era um deles e a sua área, abrangendo vastíssima região, era superior a 500.000Km2.
Em 1835, eclodiu em Cametá, no Pará, sedição a se deu o nome de Cabanagem. O movimento desenvolveu-se rápida e extraordinariamente, espalhando-se por toda a Província.
Em 1843, é restabelecida a denominação de Ega.
Em 1848, é desmembrado o território do atual município de Coari.
Em 1853, foi criada a comarca do Solimões.
Em 19.03.1855 a Vila de Ega torna-se sede da comarca do Solimões.
Em 15.06.1855, pela Resolução provincial nº 44 dá-se elevação a Cidade de Tefé. A denominação dada ao município e à sua sede, provém da tribo indígena das “Tapibás” de cujo vocábulo o de “Tefé” é corrutela. Depois de Manaus, foi Tefé a primeira localidade amazonense a receber Foros de Cidade.
Em 1861, recebeu Tefé a visita do poeta Gonçalves Dias, incubido então pelo governo da Província de inspecionar as escolas primárias do Solimões.
Em 1891, parte do seu território é desmembrado, dando origem ao município de Fonte Boa. No ano seguinte mais um município é formado, com território desmembrado do de Tefé: o de São Felipe (atual Eirunepé).
Em 23.05.1910, a prefeitura Apostólica, atual Prelazia de Tefé, foi fundada pelos padres da Congregação do Espírito Santo. O primeiro prefeito apostólico foi Monsenhor Miguel Alfredo Barat.
Em 1911, foi criado o município de Xibauá (atual Carauari) com território desmembrado do de Tefé.
Em 1920, nos quadros de apuração do recenseamento geral, Tefé compõem-se de sete distritos: Tefé, Caiçara, Caianibó, Jauató, Santa Fé do Japurá e Uairini.
Em 1933, na divisão administrativa, compõe-se apenas do distrito-sede e constitui-se de dois distritos: Tefé 1º e Tefé 2º.
Em 1938, volta a compor-se de um só distrito. Nesse mesmo ano, foram criados no município de Tefé, pela Lei 167, os distritos de Caiçara e Maraã, passando então o município a ter três distritos.
Em 19.12.1955, pela Lei Estadual nº 96 o município de Tefé perde o distrito de Maraã, que se transforma nos municípios de Maraã e Japurá. Perdeu também parte do distrito-sede para o município de Juruá, criado também por aquela mesma Lei.

Limites
Município de Coari
Município de Tapauá
Município de Carauari
Município de Alvarães
Município de Maraã

Localização: 2º Sub-Região – Região do Triângulo Jutaí – Solimões - Juruá

Altitude: 47 m acima do nível do mar.

Área Territorial: 22.904 Km²

Temperatura Média: 29º C

Acesso: Via Fluvial

Distância
Em linha reta entre Tefé e a Capital do Estado, 516 Km.
Por via fluvial entre Tefé e a Capital do Estado, 672 Km.

Atividades Econômicas

Setor Primário
Agricultura: tem como, produtos a destacar: abacaxi, arroz, cana-de-açúcar, feijão, juta, malva, mandioca, melancia e milho. Entre culturas permanentes: abacate, cacau, coco, laranja, limão e manga.
Pecuária: não tem muita representatividade na formação do setor. O rebanho existente destina-se principalmente ao mercado consumidor local.
Pesca: destaca-se a atividade pesqueira colonizada gerando divisas para o município. Tefé desponta como um dos grandes entrepostos de comercialização de pesca no estado.
Avicultura: ao lado das criações domésticas existem empreendimentos de cunho empresarial, destacando-se a criação de galinhas,vindo a seguir patos.
Extrativismo Vegetal: ocupa o lugar de maior destaque na formação econômica do setor. Destaca-se a extração de madeira, borracha, goma não elástica, castanha e óleo de copaíba.

Setor Secundário
Indústrias: serrarias, olaria, fábrica de tubos para a canalização de águas pluviais, fábrica de móveis, usina de beneficiamento de arroz, estaleiros e padarias.

Setor Terciário
Comércio: varejista e atacadista.
Serviço: agências bancárias, hotéis e supermercado.

Eventos:
Tefé Folia (02 à 04 de março)
Festa da Castanha (25 à 27 de abril)
Festival da Canção Estudantil (26.04 à 24.05)
Festival Folclórico de Tefé (27 à 29 de junho)
Festival de Verão (19 à 21 de setembro)
Feira Cultural de Tefé (11 à 15 de outubro)

Fonte: http://www.bv.am.gov.br/portal/conteudo/municipios/tefe.php

Text Size

Av. Gal. Rodrigo Octávio, n.º 3000 - Coroado I - CEP: 69077-000
Campus Universitário, Setor Sul, Bloco N - Manaus - AM

Todos os direitos reservados à Coordenação de Tecnologia
Centro de Educação a Distância - CED