Universidade Federal do Amazonas

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Segunda 26 Junho 2017

Informações Básicas

Nome do Polo: Polo de Apoio Presencial da UAB em Coari
Endereço: Rua C, n.º 19 - União
Telefones: (97) 3561-2873 / 3561-2460
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Mantenedor do Polo

Prefeitura Municipal de Coari
Telefones: (97) 3561-4637 / 3561-2239
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Coordenador de Polo

Ana Clícia Xavier Adrião
Telefones: (92) 9142-7994 / (97) 3561-4185 / 3561-2460
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Fonte: Dados do SisUAB - Acessado em 20/10/2010.

Informações do Município

Aspectos Históricos
O primeiro núcleo de povoamento em território do atual município de Coari, foi uma aldeia de índios fundada em princípio do século XVIII, pelo jesuíta Samuel Fritz, com a denominação de Coari, por ficar a margem do lago desse nome.
Coari, segundo o cônego, Ulysses Pennafort, vem das palavras indígenas “Coaya Cory”, ou “Huary-yu”, ou significa respectivamente “rio do ouro” e “rio dos deuses”. A denominação dada ao rio que banha o município estendeu-se ao lago à cuja margem fica a sede municipal e, posteriormente, ao município.
Habitavam primitivamente a região os índios Catauixis, Irijus, Jumas, Jurimauas e outros. Sobre as índias (trecho de autoria do padre João Daniel em “Tesouro Descoberto”): “Algumas fêmeas a que além de suas feições lindíssimas, têm os olhos verdes e outros azuis com uma esperteza e viveza tão engraçadas que podem ombrear com as mais escolhidas brancas.
Em 1759 a aldeia foi elevada à Lugar, recebendo o nome de Alvelos.
Em 1833, foi o Lugar Alvelos elevado à Freguesia, sob a invocação de Nossa Senhora Santana.
Em 30.09.1854, a sede da freguesia foi transferida em virtude da Lei nº 37, para a foz do lago de Coari.
Em 01.05.1874, pela Lei Provincial nº 287, a freguesia foi elevada à vila de Coari.
Em 21.05.1874, pela Lei Provincial nº 287, é criado o município de Coari.
Em 15.11.1890 é instalado o termo judiciário de Coari.
Em 10.04.1891, pelo Decreto nº 95-A é criada a comarca de Coari, que se instala em 30.06.1891.
Em 30.10.1913, pela Lei Estadual nº 741, é suprimida a comarca de Coari, ficando seu Termo Judiciário subordinado a Tefé.
Em 14.02.1916, pela Lei Estadual nº 844, é reinstalada a comarca de Coari, ficando seu Termo Judiciário subordinado a Tefé.
Em 07.02.1922, pela Lei Estadual nº 133, é suprimida novamente a comarca.
Em 10.03.1924, pela Lei Estadual nº 122, restaura-se definitivamente a comarca de Coari, compreendendo os Termos de Coari, Manacapuru e Codajás.
Em 02.08.1932, pela Lei Estadual nº 1665, Coari é elevada à categoria de cidade.

Limites
Município de Anori
Município de Tapauá
Município de Tefé
Município de Codajás

Localização: 7º Sub-Região – Região do Rio Negro –Solimões

Altitude: 40 m acima do nível do mar.

Área Territorial: 57.230 Km²

Temperatura Média: 33º C

Acesso: Via Fluvial

Distância
Em linha reta entre Coari e a Capital do Amazonas, 363 Km.
Por via fluvial entre Coari e a Capital do Amazonas, 463 Km.

Atividades Econômicas

Setor Primário
Agricultura: é baseada principalmente no cultivo de produtos como mandioca, feijão, coentro, pepino, maxixe, pimentão e couve (culturas temporárias). Nas culturas permanentes, destaque maior para a produção da banana e em menor escala o limão, goiaba, mamão, cupuaçu e maracujá. Olericultura: alface, couve, coentro, pepino, tomate, quiabo, maxixe, repolho, pimentão, abóbora, cebolinha, melancia e berinjela.
Pecuária: o criatório no município consiste no desenvolvimento de espécies como Nelore e Mestiço.
Avicultura: a criação é tipicamente doméstica e o consumo é familiar, representada pela criação de galinhas e perus. A criação de quintal é motivo de incentivos, pois a produção de carne e ovos estimula a criação de animais de pequeno porte.
Extrativismo Vegetal: a extração de madeira é uma atividade tradicional no município. Secundariamente figuram a extração do cacau, castanha-do-pará e sorva.
Piscicultura: a população do interior, tem no pescado a sua principal fonte de alimentação. Na época da fartura de peixe, que se verifica no período da seca do rio, ocorre uma grande abundância de pescado que é comercializado a preços acessíveis. A pesca é feita no rio Solimões e nos grandes lagos da região altamente piscosos. As espécies são aruanã, curimatá, jaraqui, matrinxã, pescada, pirapitinga, pirarucu, pacu, sardinha, surubim, tambaqui e tucunaré.
Hortifruticultura: esta atividade é bastante desenvolvida, explorada através do cultivo de verduras, legumes e frutas, que surgem de acordo com a respectiva época. Os produtos são: banana, farinha d´água, limão, jerimum, macaxeira, cupuaçu, pupunha, laranja-lima, tangerina, abacate, coco, milho seco, açaí, pimenta de cheiro, pimenta murupi, farinha seca, tapioca, goma, batata-doce, cara, feijão abacaxi, caju, mamão, maracujá, manga, goiaba, quiabo, pepino, repolho, maxixe, berinjela, pimentão, tomate, tucupi, cebolinha, couve, feijão de metro, chicória, cariru, alface e milho verde.

Setor Secundário
Indústrias: madeira, tijolos, produtos alimentares, pescado, gelo e mobiliária.

Setor Terciário
Comércio: varejista e atacadista.
Serviços: hotéis, pensões, agências bancárias, mercado municipal, matadouro e feira do produtor rural.

Eventos
Festival Folclórico (2ª quinzena de junho)
Aniversário da Cidade (01 e 02 de agosto)
Feira da Cultura (03 de agosto)
Festival da Música Popular de Coari (24 à 26 de outubro)
Festa do Gás Natural e Festa da Banana (1ª quinzena de dezembro)

Riquezas Naturais
A flora é representada principalmente pela seringueira, castanha-do-pará, pau-rosa, além de várias madeiras de boa qualidade e grande valor econômico.
A fauna além das diversas espécies de animais silvestres, como: caititu, veado, capivara, queixada, há ainda os aquáticos representados pelo jacaré, tartaruga, e muitos peixes entre estes o pirarucu, tambaqui, jaraqui e outros.

Atrações Turísticas
Como ponto de atração turística, destacam-se:
Igreja de Santana (construída em princípios do século e que conserva intactas todas as suas características originais).
O busto de mármore de Silvério José da Silva Néri
Poltrona de madeira (que data de 1874)

Folclore
Vários tipos de festas religiosas são realizados no município:
São Sebastião (Padroeiro de Coari – janeiro)
Nossa Senhora Santana (junho)
São Francisco (setembro/outubro)
Nossa Senhora do Perpétuo do Socorro (junho)

Fonte: http://www.bv.am.gov.br/portal/conteudo/municipios/coari.php

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